Aline: Fantasias Urbanas
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Aline: Fantasias Urbanas

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ALINE: FANTASIAS URBANAS

Coleção de tiras de Adão Iturrusgarai

Era uma vez Deus que criou Adão. Então, pegou um pedaço da costela do sujeito e criou Eva, a primeira mulherzinha, que povoou a terra com seu jeitinho dissimulado e seu cabelo em camadas. Mas o senhor quis reparar o erro e, da costela de Adão Iturrusgarai, fez surgir a Aline, uma mulher de verdade, para acabar de vez com qualquer estereótipo babaca de mulherzinha (ele jura que é talento e criatividade, mas apostamos todas as nossas presilhas que o autor tem um costela a menos!).

A raça feminina respirou aliviada! Sim, porque se tivéssemos que escolher uma heroína das histórias em quadrinhos dos anos 90, ela seria a Aline. Ela é o que toda garota quer ser (e poucas têm coragem, e essas corajosas ganham fama de galinha ou de lésbica). Tem dois namorados (ehhhh!!!), pinta o cabelo de rosa, usa saia de caveira, é feminista sem ser chata, bebe todas.

Mais do que isso, a Aline é legal porque é uma das poucas personagens meninas no meio (sim, machista, muito machista) dos quadrinhos. E não é nenhuma daquelas heroínas gostosonas, é quase uma anti-heroína que tem paranóia de ficar gorda e acorda com o cabelo ruim, que nem a gente. A Aline não precisa ser sexy ou ter super-poderes para atrair a atenção dos meninos. Aliás, não está nem aí para o que os meninos pensam. E desde os anos 70, quando passávamos nossas tardes com a Mulher Maravilha, não encontrávamos ninguém tão legal. Alina não tem um avião invisível, mas tem uma cama one cabem dois garotos. E, justiça seja feita, isso é bem mais poderoso do que um avião invisível!!! E agora, podemos ler várias Alines de uma vez só. E isso é ótimo!

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ALINE: FANTASIAS URBANAS

Coleção de tiras de Adão Iturrusgarai

Era uma vez Deus que criou Adão. Então, pegou um pedaço da costela do sujeito e criou Eva, a primeira mulherzinha, que povoou a terra com seu jeitinho dissimulado e seu cabelo em camadas. Mas o senhor quis reparar o erro e, da costela de Adão Iturrusgarai, fez surgir a Aline, uma mulher de verdade, para acabar de vez com qualquer estereótipo babaca de mulherzinha (ele jura que é talento e criatividade, mas apostamos todas as nossas presilhas que o autor tem um costela a menos!).

A raça feminina respirou aliviada! Sim, porque se tivéssemos que escolher uma heroína das histórias em quadrinhos dos anos 90, ela seria a Aline. Ela é o que toda garota quer ser (e poucas têm coragem, e essas corajosas ganham fama de galinha ou de lésbica). Tem dois namorados (ehhhh!!!), pinta o cabelo de rosa, usa saia de caveira, é feminista sem ser chata, bebe todas.

Mais do que isso, a Aline é legal porque é uma das poucas personagens meninas no meio (sim, machista, muito machista) dos quadrinhos. E não é nenhuma daquelas heroínas gostosonas, é quase uma anti-heroína que tem paranóia de ficar gorda e acorda com o cabelo ruim, que nem a gente. A Aline não precisa ser sexy ou ter super-poderes para atrair a atenção dos meninos. Aliás, não está nem aí para o que os meninos pensam. E desde os anos 70, quando passávamos nossas tardes com a Mulher Maravilha, não encontrávamos ninguém tão legal. Alina não tem um avião invisível, mas tem uma cama one cabem dois garotos. E, justiça seja feita, isso é bem mais poderoso do que um avião invisível!!! E agora, podemos ler várias Alines de uma vez só. E isso é ótimo!

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